Aprimorando a marcha na doença de Parkinson
As anormalidades da marcha estão associadas a riscos de tropeçar e de quedas, relacionados à folga do pé durante o balanço. Este estudo observacional comparou as mudanças na separação do dedo do pé em dez indivíduos com Doença de Parkinson (DP) que apresentaram ligeiros distúrbios da marcha e idosos saudáveis (IS) com idade igualitária durante tarefas únicas e duplas de caminhada e foco no calcanhar.
Os resultados demonstraram que os casos de DP apresentaram redução do ângulo de inclinação do pé e da folga do pé na fase final do balanço quando comparado aos IS durante todas as condições de caminhada. Durante o caminhar com foco no calcanhar, observaram-se melhorias nas margens do ângulo de inclinação do pé e na folga do dedo do pé durante o balanço final em ambos os grupos.
Os resultados destacam os potenciais benefícios de empregar estratégias de reabilitação focadas no calcanhar para tratar de deficiências da liberação do pé e calcanhar visto na DP, para reduzir o risco de tropeçar e de quedas. Os autores concluem a necessidade de novas pesquisas para determinar se as mudanças no padrão do calcanhar podem ser transferidas para a mobilidade automática e um tamanho de amostra maior.
> A partir da: Ginis et al., Physiotherapy 103 (2018-03-12 21:31:54) 485-490. Todos os direitos reservados a: Elsevier Ltd. Clique aqui para ver o resumo. Traduzido por Patricia Maria Soares de Oliveira.