Vírus mortais tornados em arte.
Se pensarmos nos vírus, provavelmente iremos achá-los assustadores, medonhos e feios, mas Luke Jerram pode abrir os nossos horizontes. Embora seja quase impossível de encontrar alguma beleza nestes vírus mortais, ele arranjou uma maneira de o fazer através da sua arte de soprar vidro.
Luke Jerram criou esculturas de vidro de vírus mortais e bactérias, como o da SIDA, gripe das aves, malária, e.coli e ébola. Ele escolheu alguns dos mais mortais e aterradores e com maior risco de contágio que conhecemos e, apesar de parecerem exagerados e terem protuberâncias estranhas, todas as peças estão completamente à escala. Eles foram feitos com a colaboração do virologista Andrew Davidson da Universidade de Bristol, que possui uma admirável apetência visual para o detalhe, para assegurar que cada obra se assemelha o mais possível com a realidade.
Estas obras de Luke Jerram’s são diferentes de todas as outras. Ele explica porquê, num podcast do Corning Museum of Glass:
“Nos jornais eles aparentam ser coloridos, tóxicos e muito bonitos. Há um conteúdo emocional quando lhes adicionamos cores. Esta é a razão pela qual fiz versões deles em vidro a três dimensões."
O artista Inglês multidisciplinar Luke Jerram começou esta série de obras intitulada “Microbiologia em Vidro” em 2004 e muitas das suas obras fazem agora parte de coleções de museus do mundo inteiro como o Metropolitan Museum of Art (NYC), Wellcome Collection (Londres) e o Shangai Museum of Glass.
Quer ver mais obras de Luke Jerram? Visite o seu website ou a sua Página de Facebook GlassMocrobiology.